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Quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007
Economia de Gaia

          Fizemos alguma pesquisa e uma análise crítica à situação socio-económica de Vila Nova de Gaia. Eis algumas das conclusões a que chegámos:

 

  • Sendo um concelho de grandes dimensões, Gaia tem historicamente uma diversidade significativa na sua estrutura económica. Em todos os sectores, o concelho serviu de sede ou esteve na génese de empresas de referência nacional, como as Tintas BARBOT, Coats & Clark, a Salvador Caetano, entre outras.
  • Apesar de grande percentagem da população residente efectuar movimentos pendulares para o concelho vizinho – o Porto, Gaia tem uma grande variedade industrial. Existem empresas de dimensões variáveis em áreas distintas como cerâmica, têxtil e construção civil. A evolução do número de empresas constituídas em V. N. Gaia até 2003 revela uma elevada capacidade de iniciativa por parte da estrutura empresarial do concelho.
  • As empresas instaladas no concelho são caracterizadas pela sua reduzida dimensão, tipo familiar, mas o concelho tem revelado uma acentuada terciarização dado que 66% das empresas instaladas pertencem aos sectores do Comércio e dos Serviços, e apenas 17% das mesmas pertencem à Indústria.
  • Sede de um concelho de grande importância comercial e industrial e encarando o Porto do outro lado do rio Douro, Vila Nova de Gaia é o principal centro de produção do vinho do Porto, repleta das características caves de telhados vermelhos que podemos apreciar no Cais de Gaia. Algumas destas caves proporcionam-nos uma visita guiada para que possamos ver como é feito o vinho do Porto e para provarmos as diferentes variedades.
  • É o caso da Sandeman, fundada em 1790, que ocupa um antigo convento do século XVI e possui um interessante museu, e da Casa Ramos Pinto, onde o visitante tem acesso às caves e o respectivo museu recorda a história da marca fundada em 1880.
  • Apesar do grande desenvolvimento industrial referido, é de salientar o elevado número de pessoas com fraco nível de escolaridade, verificando-se, nas camadas mais novas, uma inserção precoce no mundo do trabalho dado que os jovens não terminam os estudos contribuindo, assim, para o aumento da taxa de analfabetismo. Este factor verifica-se, principalmente, na indústria vitivinícola.
  • Subsequentemente, tem aumentado o número de imigrantes que, por um lado, aproveitam todos os trabalhos que os nossos trabalhadores não estão dispostos a desempenhar e, por outro, sendo uma população desenraizada, contribuem como factor de renovação local.


Publicado Por ccesag às 23:49
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